A CONAIE (Confederación de Nacionalidades Indígenas del Ecuador) declara que a mobilização continua até que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deixe o Equador e acusa o empresariado de entreguista e pró-imperialista. O governo, na repressão, tem ferido menores e jogado bombas indiscriminadamente sobre a população civil, e afirma: “Nada de diálogo com um governo assassino até que se cumpram os requisitos mínimos: a saída de Maria Paula Romo e de Oswaldo Jarrin do governo e a derrogação do decreto 883.”

conaie fmi

 

 

Maria Paula Romo é a ministra do interior e Oswaldo Jarrin, ministro da defesa. O decreto 883 extinguiu o subsídio à gasolina, duplicando o seu preço, e ao óleo diesel.

Neste sétimo dia da mobilização indígena, a Organização das Nações Unidas (ONU) agradeceu à CONAIE a liberação dos policiais apreendidos pela Confederação:

onu conaie

O mesmo não se pode fazer em relação ao governo do Equador, que, além dos mortos, fez diversas prisões políticas.