A Universidade de Pernambuco participará da Mobilização Nacional Indígena de 2018 com rodas de diálogo, mostra fotográfica, exibição de curtas, e também dança, cantos e artesanato Fulni-ô (o “único grupo do Nordeste que conseguiu manter viva e ativa sua própria língua – o Ia-tê”, lembra o Instituto Socioambiental).

Sobre o evento, fizemos perguntas à professora, escritora e indígena Graça Graúna:

 

Índio é Nós: Qual o objetivo do evento, e desde quando a UPE participa da Mobilização Nacional Indígena em abril;?

Graça Graúna: Este evento na UPE é uma iniciativa do Curso de Ciências Sociais. Em anos anteriores, na condição de indígena e de professora da Upe, procuramos nos juntar a essas mobilizações, visando o fortalecimento dos povos indígenas.

IEN: Que pontos você pretende explorar em sua palestra sobre saberes e literatura indígena?

GG: Acerca da minha participação, pretendo abordar sobre resistência como um dos aspectos chave da literatura indígena contemporânea no Brasil e em outras partes do mundo, enfatizando também que a literatura de tradição oral não saiu da validade.

 

upe mobilizacao

 

Nota: Este artigo é meramente informativo. Para confirmação das informações, entrem em contato com a instituição responsável.